sob uma grande espontaneidade e descontracção
parece-me encontrar
um grande pragmatismo
e, porque não,
implacabilidade.
tanto como havia de onde vim?
anyway,
não serão incompatíveis.
a descontracção poderá ser permitida por um pragamtismo que desdramatiza e selecciona com determinada rapidez. a expressão artística contém ou parte de sensibilidade mas não se detém na emoção. bom é bom, mau é mau, e siga que atrás vem gente.
seria engraçado vir a encontrar maior frieza no mundo das artes do que no da engenharia.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
2 comentários:
:D
mas atenção que nas artes - e não sei por onde andas, ou melhor dizendo, com quem andas - acontece muito haver "poderes" institucionalizados que determinam o que é bom ou mau em função de um pressuposto que lhes é mais confortável e não coloca em risco aquela que é, por vezes, a sua própria mediocridade. Assim se formam "lóbis", rebanhos ou como lhes queiras chamar, de gente que lambe botas no conforto que isso lhes confere. Mas isso anda muitas vezes longe do que a arte devia ser, ou das agulhas com que se devia coser!..
Mas, se calhar, não estás metida em nada disto!... :D
...
é a postura, é a postura..
não sei dizer mais :-)
beijinhos
Enviar um comentário