sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

err, afinal não fui

a minha mãe conta que em pequenina eu era de grande dramas. de grande intensidade, nas alegrias e vontades e explosões e iniciativas
e
de grande carga melodramática quando a minha melhor amiga passava um intervalo com outra que não eu. ou quando a minha professora me punha a mim de castigo e a culpa não era minha.

enfim,
haverá coisas em nós que não mudam assim tanto.
o f. diz-me que sim, que o meu desespero surge com uma rapidez e volume que deixa todos atordoados. eu digo que sim, que o meu desespero surge com uma rapidez e volume que me deixa atordoada. é uma merda, quando as coisas são mesmo importantes e nós corremos e elas nos fogem.

but we have to move on

4 comentários:

BE disse...

yes, we do. é como escrevia a Area no seu diário: "Cada pedra que pisas molda-te a planta dos pés.
Caminhas e a caminhada torna-se mais fácil - e às vezes tens a sorte de encontrar uma daquelas pedras que te magoam mas que guardas para te acompanhar na viagem, porque percebes que afinal o que magoa não é a pedra, mas sim deixá-la para trás no caminho."

(http://diarios-de-area.livejournal.com/)

J. disse...

então quer dizer que este blog também não acabou! :)

Lia Ferreira disse...

óptimo! :)

andiamo!

maçã disse...

ainda bem :)

ass: leitora silenciosa :P