o senhor-doutor felicitou-a pela ferida.
-é uma bela ferida!
a dôr, a intensidade da dôr, mereceu celebração maior.
-parabéns, doi-te!!
é muito triste, rita, e a ciência tem que corrigir estas situações, rita. dores que não doem, feridas que não abrem.. é intolerável, compreendes decerto. a pele ao passar depressa pela lixa, vulgo vidinha, rasga e abre um sulco ou uma cratera. depois doi no coração, não na pele.
depois ainda não sei.
rita, eu sou só um homem da ciência. li algum dostoievski mas eu sou só um homem de rigor.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
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3 comentários:
:)
tens muita graça, tu!.. :)
Eu sei que o assunto é sério, mas tens graça, que queres que te faça?
Vê lá se escreves um livrinho para eu ler antes de deitar! :)
beijinhos!
quanto mais doloroso o episódio mais necessária a graçola, para mim. só os meus mais íntimos aprenderam a não ficar desconcertados com os disparates que digo sobre os Meus dramas :-)
sou muito melodramática. e tonta.
beijinho
não és nada! :)
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