domingo, 6 de setembro de 2009

hoje não me apetece segurar-me para me manter funcional e à máquina em andamento. apetece-me poder descer.

and so she did die.

she didn't live long enough for me to make her proud of me. none of them is proud of me. some like me, or just accept having me, but they don't feel or look bigger because of who i am or what i have accomplished. and, let´s face it, i haven't accomplished much. i have bad temper, i don't dress pretty, i don't work as a teacher a doctor nor an engeneer, i'not married. só o s. e a nova família me validaram perante as bases, o que é terrível para todos nós.

3 comentários:

Gaivota disse...

O importante é que tu encontres maneiras de te validares a ti mesma, independentemente de todos esses critérios exteriores e artificias com que o mundo nos julga.
Porque da mulher que tu és e vais sendo e tentas ser, da mãe que te descobriste, da tua constante auto-crítica, do teu inconformismo e capacidade de pensar pela tua própria cabeça é impossível não sentir orgulho.

Um abraço

lavandaria disse...

:-)
como se agradece o que disseste? só com um sorriso grande que não vês mas podes imaginar

Gaivota disse...

:))